História

História da Alquimia

  • Tales de Mileto e a Água
    600 BCE

    Tales de Mileto e a Água

    Tales afirma que a água é a essência de toda matéria. Também tem a fama de ter previsto um eclipse solar em 585 a.C.
  • Empédocles de Agrigento (490-430 a.C.)
    450 BCE

    Empédocles de Agrigento (490-430 a.C.)

    Primeiro a propor que toda a matéria seria composta de 4 elementos primordiais de igual importância (fogo, ar, terra, água).
  • Demócrito (460-370 a.C.)
    400 BCE

    Demócrito (460-370 a.C.)

    Para Demócrito, tudo o que existe é composto por átomos, partículas mínimas, indivisíveis e eternas, que se movem no vazio. A união e interação desses átomos no espaço vazio dão origem a todos os objetos e fenômenos do universo, explicando as diferentes propriedades da matéria por meio das formas e características variadas dos átomos e de seu arranjo.
  • Period: 384 BCE to 322 BCE

    Proposição do Éter

    Aristóteles (384-322 a.C), propôs a existência de um elemento celeste primordial o "éter".
  • Aristóteles (384-322 a.C)
    350 BCE

    Aristóteles (384-322 a.C)

    Como antiatomista, se recusava a aceitar que o espaço fosse vazio.
  • 332 a.C. – Fundação de Alexandria
    332 BCE

    332 a.C. – Fundação de Alexandria

    - Com Alexandre, o Grande, surge o centro cultural onde alquimia alexandrina se desenvolveu. - Mistura de práticas egípcias, babilônicas, persas, judaicas e filosofia grega. Personagens: Maria, a Judia (banho-maria, alambique), Zózimo de Panópolis (descrição de técnicas e teorias da transmutação).
  • Ko Hung (284-343)
    320

    Ko Hung (284-343)

    Importante Alquimista chinês autor do “Pao-Po-Tsu” (Mestre que guarda a simplicidade), obra considerada longa e o mais importante tratado
    alquímico, descreve medicamentos, operações práticas e matérias mágicas.
  • Século VI - Alquimia Chinesa
    600

    Século VI - Alquimia Chinesa

    Lao Tze - fundador do taoísmo (que constitui uma filosofia de vida) Os alquimistas chineses estavam preocupados em buscar o caminho para sua própria superação, para obter o equilíbrio de si mesmo com o todo.
  • Século VII – Início da Alquimia Islâmica
    700

    Século VII – Início da Alquimia Islâmica

    Expansão com o califado Omíada. Jabir ibn Hayyan (Geber) (720–815): teoria enxofre–mercúrio, experimentos com ácidos. Al-Razi (Razes) (865–925): alquimia médica, distinção entre sarampo e varíola, operações como destilação, sublimação e cristalização.
  • Século X–XI – Transmissão para a Europa
    1000

    Século X–XI – Transmissão para a Europa

    Traduções árabes → latim (Gerberto de Aurillac, Constantino da África). 1144: Robert de Chester traduz o primeiro livro de alquimia para o latim (De compositione alchemiae).
  • Século XIII – Consolidação na Europa Medieval
    1193

    Século XIII – Consolidação na Europa Medieval

    Roger Bacon (1214–1292): união de empirismo, experimentação e matemática; defendeu a alquimia como ciência prática e especulativa. Alberto Magno (1193–1280) e Tomás de Aquino dialogam com Aristóteles e criticam limites da alquimia.
  • Séculos XIV–XV – Expansão do simbolismo alquímico
    1299

    Séculos XIV–XV – Expansão do simbolismo alquímico

    Busca da Pedra Filosofal e do Elixir da Vida como metáforas espirituais e também como objetivos práticos. Uso da aqua vitae (álcool destilado) como medicamento.
  • Século XVI – Paracelso (1493–1541) e a Iatroquímica
    1499

    Século XVI – Paracelso (1493–1541) e a Iatroquímica

    Propõe a química voltada para a medicina, rompendo com a busca exclusiva pelo ouro. Introduz a teoria dos tria prima (enxofre, mercúrio, sal). Início da farmacologia moderna: uso de compostos de mercúrio, zinco e arsênio em tratamentos.
  • Século XVII – Robert Boyle (1627–1691)

    Século XVII – Robert Boyle (1627–1691)

    Marca a transição da alquimia para a química moderna. Obra “The Sceptical Chymist” (1661): crítica às teorias dos quatro elementos e dos tria prima. Definição moderna de elemento como substância indivisível por processos químicos. Experimentos com ar → Lei de Boyle (pressão × volume).
  • Século XVIII – Teoria do Flogístico

    Século XVIII – Teoria do Flogístico

    George Ernst Stahl (1659–1734) difunde ideia de um princípio da inflamabilidade. Explicava combustão e calcinação, mas foi superada por Lavoisier no final do século XVIII. Considerado o pai da Química moderna, conhecido pela Lei da Conservação da Matéria ("Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma") e por sua descoberta do papel do oxigénio na combustão.
  • Benjamin Franklin (1706-1790)

    Benjamin Franklin (1706-1790)

    Introduziu os termos positivo-negativo no ramo da eletricidade.